Radford, consagrado Robert
Quarta-feira 3 de Outubro de 2007 | por Alain Paris |
Como escreves-o; “é saindo de um cinema, Lugar da Vitória à Ponta à Pitre, que decidi de tornar-se pintor…”, para mim, inconscientemente, sou olhando-o pintar que tentei (tentado, procurado) sempre continuar a criar (com mais ou menos sucesso)… Encontramo-nos por meio de JMD (à que deve-se grandes momentos…) no teu atelier da rua Haxo, inconscientemente guiaste-me (graças às teus observações frequentemente moqueuses…). Os nossos caminhos cruzaram-se, frequentemente afastaram-se (mas nunca zangou-se-se). Atravessaste provas difíceis, mas ao final continuas lá e ainda mais extremamente, porque a tua pintura impregna-se sempre de mais transparência (este à qual sonhamos intimamente) como qual, vinte anos (e cerca de) após o nosso primeiro encontro, aprendo sempre olhando (que decifra) o teu trabalho. Consagrado Robert… E seguidamente se um dia (ou uma noite) o meu trabalho inspira-o, será apenas mais orgulhoso…








